Embaixadores

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Look what we've done to the world...

Mais uma noite...mais um temporal...mais uma noite passada em claro... A pensar no mundo e naquilo em que está a tornar... A pensar nas mudanças que estamos diariamente a assistir e que cada vez se tornam mais notórias...
Devo admitir que estou preocupada com o Nosso Planeta e com a situação climatérica com que estamos a viver.
Tenho medo...que todos estes temporais e tempestades se transformem em algo pior... Tenho medo que estes últimos "pequenos" abalos que temos sentido se tornem em sismos de grande magnitude e que provoquem um tsunami...
Serei demasiado egoísta ao dizer que tenho medo de perder tudo aquilo que conheço?? Que tenho medo de perder as pessoas que me são mais próximas (e que amo tanto...)??
Serei egoísta ao ponto de me preocupar que talvez não viva o suficiente para contar aos meus filhos e aos meus netos como era o Mundo quando o conheci??
E se viver o tempo suficiente, com que cara vou dizer às gerações futuras que tudo o que está a acontecer ao Mundo é obra de GRANDES ERROS do passado...erros esses, feitos por pessoas que conhecem tão bem (ou deveriam conhecer, que têm os mesmos genes que eles...)??
Serei demasiado "bruta" ao afirmar que sinto pena de pessoas que ficam especadas, de braços cruzados, sem fazer nada...simplesmente à espera que o Mundo dê uma volta de 180º e que volte a ser o que era??
É NECESSÁRIO AGIR RAPIDAMENTE!! O CLIMA ESTÁ A MUDAR!! CADA VEZ PARA PIOR!! E EMBORA DIGAM QUE APENAS AS GERAÇÕES FUTURAS VÃO SENTIR ESSAS MUDANÇAS...A VERDADE É QUE A MINHA GERAÇÃO JÁ ESTÁ A PAGAR PELOS ERROS DO PASSADO!!
NÃO FIQUE AÍ ESPECADO A OLHAR!! ENTREGUE-SE AO MUNDO SEM RECEIOS!! LEIA ESTE TEXTO!! TRANSMITA O QUE SE PASSA COM O MUNDO AOS SEUS FAMILIARES E AMIGOS!!
VAMOS SALVAR O MUNDO ANTES QUE SEJA TARDE DEMAIS!!
"Together we can make the world a better place..."

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Espírito Natalício?! Que grande anedota!

É nesta época que me pergunto: "Qual será o verdadeiro espírito natalício?" ou "Será que ele ainda existe?"
Afinal...o que é o espírito natalício e será que ele ainda mora no coração das pessoas?!
Onde está a velha tradição de passar a noite de natal com a família toda reunida?? Ver a mesa posta...cheia de comida...cheia de amor...
O natal tornou-se uma época hipócrita e demasiado materialista... Só se fala de desigualdade social na altura do natal ou Páscoa...Só se preocupam com os sem-abrigo, pessoas internadas nos serviços de oncologia, entre muitas outras que passam dificuldades, nestas alturas...
Até parece que estas pessoas e estes problemas não existem ao longo de todo o ano...Mas deixem dizer-vos isto: EXISTEM SIM!! E SÃO BEM REAIS!!
Tenho imensa pena que existam figuras públicas tão falsas, que cheguem ao ponto de fazer campanhas de natal, só porque fica bem na fotografia...
"Oferece-me prendas durante todo o ano...menos no meu aniversário e no natal...Não quero prendas por obrigação..." in Ângela Saraiva

domingo, 15 de novembro de 2009

TPC:
TELEVISÃO, PLAYSTATION, COMPUTADOR
OU
TRABALHO PARA COMER?!?!



Na nossa sociedade actual existem grandes discrepâncias sociais e isso é visível e real, tanto nos países desenvolvidos, como nos do terceiro Mundo.
Existem dois tipos de crianças, as que têm tudo e não sabem aproveitar as oportunidades, e as crianças desfavorecidas, que gostariam de estudar, mas por não terem possibilidades, não podem ter esse privilégio.
Isso acontece em muitos países devido às suas diferenças sociais e económicas; há falta de informação em certos meios rurais, distantes dos centros populacionais; e até, devido aos diferentes tipos de educação proporcionada pelos pais das crianças.
Pensamos todos que algumas crianças favorecidas não dão valor ao que têm, enquanto que existem crianças desfavorecidas que gostariam de ser algo "mais" na vida, mas não têm possibilidade para tal.

Texto elaborado pelos alunos:
Ângela Saraiva
Cátia Sedas
Eduardo Teles
Igor Canale
Joana Pinto
(aula de Português)

quarta-feira, 4 de novembro de 2009

DE (RR) AMADO


A taça caiu


O vinho derramou


O tempo fugiu


E o amor?


O gosto que fica


O paladar que se desfaz


Um gole a mais...


Lábios secos


Língua sem o sabor.


As palavras se perderam


Os sentidos, sem sentido.


O desejado, querido


Tudo absorvido.


Pelo tempo,


Por tantos outros


Os outros...


Que te levam de mim...


O fim?


Talvez ainda não.


O vinho se derrama


A mancha que fica


Marca gravada


Tuas digitais em mim.


Se derramar


Amar, se dar


Entregas sorvidas,


Desarmar...


Desamar...


O vinho escorreu


Você ou eu?


Se de(rr)amado...


Um ser poeta


Em cada ser amado.




in Hannah Massaud

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Gripe do quê afinal??

Caros leitores, aqui estou eu novamente a actualizar o meu blog.
Desta vez, irei falar-vos sobre a tão conhecida (ou não) Gripe A... Que eu ironicamente gosto de apelidar Gripe Anedota...
Todos os dias e a todas as horas, nós Portugueses, somos bombardeados com esta nova doença a que deram o nome de Gripe A. (Porquê Gripe A?! Não tinham outra letra para nomear o raio da Gripe?? Porque não "Gripe G" ou "Gripe Y"?? Nunca cheguei a perceber muito bem...)
Dizem que já arranjaram a vacina contra a Gripe, mas não percebo como... Eu, que já estudei Bioquímica (10º Ano - Biologia I, deveria chamar-se de 10º Ano - Bioquímica I), sei que é preciso anos de estudo para se encontrar a cura de uma doença e, para ter a certeza que a vacina ou o tratamento são realmente eficazes... E agora vêm estes "tipos" dizer que já encontraram a vacina da Gripe A (miraculosamente encontrada em poucos meses de investigação!), quando todos nós já sabemos que o vírus da Gripe está em constante mutação.
Não será este tipo de gripe apenas uma campanha de marketing?! Acho que alguém tinha toneladas de Tamiflu, máscaras, luvas e gel alcoólico, que estavam a apodrecer num armazém qualquer e lembrou-se de criar este alarido todo à volta da PUTA DA GRIPE A!!!
Médicos e enfermeiros não aconselham a tomar a dita vacina, pois dizem que são mais os malefícios do que os benefícios... É caso para dizer "Não se morre do mal, morre-se da cura"...
Quanto a vocês não sei, caríssimos leitores... Mas eu vou seguir o conselho de milhares de médicos e enfermeiros...

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Alentejo Alentejo...


Bom.... A pedido de várias famílias aqui estou eu a actualizar o meu blog...
E novamente a falar do GRANDIOSO ALENTEJO... (Desta vez com uma foto da minha autoria)
Podem dizer o que quiserem e contar as mais variadas piadas sobre Alentejanos, mas nós não nos importamos... Porque somos um povo que antes de rir dos outros, sabemos rir de nós próprios.


Apesar deste Verão ter ido passar as minhas férias a Alcácer do Sal e Santiago do Cacém, parece que o tempo gasto entre família, amigos e conhecidos não foi o suficiente para matar as saudades todas... E assim, permanecem estas eternas saudades do Alentejo, terra de vegetação dourada e que o Sol ilumina com os raios...


De um lado, o Alentejo Litoral, uma simbiose perfeita entre campo e mar... As mariscadas que facilmente se misturam com pratos tão típicos como Carne de Porco à ALENTEJANA ou Açorda de Marisco...
Do outro lado, o Alentejo Interior, as vastas planícies, cheias de animais e tão viradas para o Turismo Rural... (Depois não digam que eu não trabalho... Estou a fazer o meu papel como futura Técnica de Turismo e como Alentejana)


Simplesmente vos digo isto caros bloguistas, visitem o Alentejo e deixem-se encantar...

segunda-feira, 6 de julho de 2009

Confusão

Palavras... Tantas que poderia escrever...
Mas as letras teimam em sair ao "oirártnoc"!
Há quem diga que sim... Há quem diga que não... Serei poeta?! Sonhadora?!
Ou apenas é ambição?
Palavras confusas frases formam... Serei eu?! Será o Mundo?!
Baaahh!!! Texto estúpido!
Acabou!
Não me vou esforçar só para escrever um texto que faça sentido e que gostes!

XAU!

sábado, 4 de julho de 2009

Humanos?! N sei se podem chamar isso...

Afinal o que é um humano?!

Segundo as enciclopédias, humano é um membro da espécie primata bípede Homo Sapiens. Os membros desta espécie têm um cérebro altamente desenvolvido, com inúmeras capacidades como o raciocínio abstrato, a linguagem, a introspecção e a resolução de problemas. Entre outras coisas...
As enciclopédias, apenas dão uma definição científica para a palavra humano, e então aquela definição que não aparece nos livros?!
A meu ver, a definição de humanos deveria ser: Humano- Todos os indivíduos que têm a capacidade de pensar, falar, comunicar; Todos aqueles que pensam no bem-estar dos outros, se preocupam...; Aqueles que se fingem de nossos amigos, que fingem que se preocupam, mas depois só nos dão facadas nas costas...
Ah! Lembrei-me de uma coisa meus amigos... A última definição não é de Humanos, mas sim de Pessoas...
Humanos existem poucos, Pessoas existem muitas!

quinta-feira, 25 de junho de 2009

Palavras



As palavras cortam
Porque toda a gente fala sem pensar...
Palavras inúteis
Que apenas servem para magoar...
Palavras cruéis,
Duras e cruas...
"Facadinhas" nas costas...
Merda! Estamos fartos disto...
Pessoas inúteis e fúteis...
Olhem só isto...
Falsidade paira no ar
E nós aqui, impávidos e serenos
Já começa a magoar...
Já estamos a disparatar
Mas temos pena!!
Estamo-nos a cagar!!!






Um poema que fiz durante a aula de Português em conjunto com o meu colega e amigo, Ricardo Xavier. Espero que gostem.

sexta-feira, 12 de junho de 2009

Eterna Saudade...



Alcácer do Sal...
Terra de encantos e desencantos...
Terra de amores e desamores...

Podia ficar o dia todo a adjectivar-te mas ambas sabemos que um dia só não é suficiente...

Para quem não sabe, Alcácer do Sal fica no distrito de Setúbal... Alcácer do Sal, podemos dizer que é o início de uma tremenda viagem pelo lindo e único Alentejo...

Alentejo para que te quero!

Grande parte das minhas memórias são desta magnífica cidade (como te amo Alcácer =D )
Obrigada por me teres proporcionado momentos únicos e me teres apresentado aquelas pessoas maravilhosas, que hoje considero como meus amigos (AMIGOS DE UMA VIDA, MAS MAIS IMPORTANTE DE TUDO, AMIGOS PARA A VIDA!)...

Se antigamente queria sair de Alcácer meus amigos, hoje posso dizer que as saudades são imensas... Vou guardar sempre a minha casinha (à beira rio plantada) para quando quiser e bem me apetecer te visitar e matar saudades!

Vais ser sempre a minha casa... A "santa terrinha" que me viu crescer e me fez tornar no que sou hoje... Uma jovem mulher (sim...porque apesar da idade ainda não me considero adulta xD) que gosta de viver a vida e aproveitar cada momento que ela nos dá...

CARPE DIEM

Até sempre Alcácer do Sal...

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Amo-te!!

És simplesmente uma pessoa maravilhosa e sei que já discutimos muitas vezes... Mas isso faz parte da nossa relação... É isso que nos faz crescer enquanto pessoas... E tu ajudaste-me a crescer imenso...
És a melhor pessoa do mundo e, embora às vezes apeteça, não te trocava por ninguém... Porque te amo... Porque és a pessoa que me melhor conhece... Porque és a pessoa que sempre me apoiou quando precisei... És a pessoa que sempre esteve lá quando mais ninguém se importava...
Sei que às vezes sou muito injusta contigo e talvez até pareça que não te dou o devido valor... Agora percebo o quanto te preocupas comigo e dou-te imenso valor por isso...
Obrigada por tudo...
Obrigada por teres feito de mim a pessoa que sou hoje...
OBRIGADA MÃE!!!
AMO-TE MUITO

sexta-feira, 17 de abril de 2009

O amor

Um poema da minha autoria:


Amor,
O que é isso do amor?
Coração palpita, chora e sangra...
Tantas formas de amar...
Umas simples, outras complexas
Verbo estranho esse de amar...
Amar é mergulhar.
Sentimento tão profundo
Quanto a razão conhece ou desconhece.
Amar é abraçar,
É beijar os lábios da pessoa amada...
Afinal,
O que é isso do amor?
Senão um misto de alegrias e dor...

quinta-feira, 16 de abril de 2009

Vivo Puro

Eis a razão do nome do meu blog:


A água inunda nesta rua,
Deixa que ela escoa,
Lembra quem dá tudo, e todo o tempo, e sua,
Sem dívidas com o passado,
É ao futuro que eu me dedico,
Da harmonia do presente sem egoísmo e conflito,
Não foi há muito tempo mas já me lembro com saudade,
O que dá e tira o tempo na sua cruel pontualidade,
Recordo emocionado de todos aqueles que a mim me deram,
Espero deles todos o que eles de mim esperam,
E de mim exigem que interiorize o meu papel,
Dani para muitos, DNA ou Daniel,
Mantém-se o mesmo mas com mais choros e mais sorrisos,
Com planificações feitas que emergem de improvisos,
O plano é pequeno, falta pormenor e nitidez,
Filtrar aquilo que vês faz-te crescer com lúcidez,
E do resumo que aqui fica, de um futuro que desequilibra,
A fraca aparência esconde às vezes muita fibra,
A rua tem segredos só quem sentiu escreve um sonho,
Sem ter lugar onde o guardar, é no peito que eu o ponho,
E visualizo sempre necessito de algum apoio,
O cheiro de um travesseiro que é pisado em chão saloio,
Sei que custa não ter volta mas perdi a beleza no retorno,
Mas claro a parceria, é a amizade sem suborno,
Sinto que cresci direito e à minha mãe eu devo tudo,
Mesmo vendo bem diferente entendeu sempre o meu mundo,
Sem experiência, torrei-lhe muita a paciência,
Não me negou a convivência,
Que me deu cor e transparência,
Forte aparência, ambição e insistência,
Se conheceres alguém assim, é pura coincidência.

Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.

Um dia cinzento só oiço o silêncio,
Lá fora cai a chuva desagradável como um incenso,
Sinto-me tenso transparente como o vento,
Aguaceiros ligeiros nos meus olhos provocam mau tempo,
Quando choro sai de dentro, e o choro vem para fora,
As lágrimas do meu rosto são dedicadas a quem me adora,
Às vezes eu pergunto-me se é o vento que me desloca,
Se a força que eu disponho é a mesma que me sufoca,
Perfeccionista, porque é o defeito que me provoca,
Sempre exigente com quem anda à minha volta,
Desculpas não as dou, mas não quer dizer que não as tenha,
Habituado a ser feliz a tristeza em mim é estranha,
Tenho o meu mundo, do qual não abdico nem desisto,
Nem força de vontade mas no talento é que eu insisto,
É isto que me faz mover, no fundo me faz crescer,
Tento lutar pelo que quero, para no fim eu ter prazer,
Remédio santo, todo o mal eu sei que espanto,
Alegria quando canto, sem show-off mas num recanto,
Ideias que eu planto, sentado em qualquer banco,
Dificuldades aparecem sempre que o véu levanto,
Vou tropeçando e quando caio é que eu aprendo,
A maior lição da vida é enfrentá-la sem ter medo,
Essencial como o amor, é a calma e paciência,
A minha vida é um livro em que o final tem reticências,
Um caderno de experiências, em que as folhas contam histórias,
As palavras que se formam, decifradas são memórias,
Imagens eternas com selecções aleatórias,
E não há preço no mundo que pague o sabor das minhas vitórias…

Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.

Quando a voz é estranha,
Soe então o que venha,
Na vida quem dá manha,
É oportuno sem ter senha de aceso,
A todo este processo,
Espero que na árvore esteja embrulhado aquilo que eu peço,
Digo ao mundo aquilo que eu quero,
Deixo ao mundo aquilo que eu sou,
O rumo que ele me traçou, nem sei bem se é para onde eu vou,
Neste poema que assina o urbano como o tema,
Cumpri com a minha pena, “Impávida e terrena” ?
Que inverte o esquema,
Puxa o trenó que leva a rena,
Simplicidade o lema, com piedade mas sem ter pena,
Sou livre mas com uma acção condicionada,
Com uma sirene da cabeça, de uma paixão distanciada,
Já me habituo, como o trabalho pelo qual suo,
O risco é contínuo como tal eu não recuo,
Abri-me todo, eu regresso ao vulnerável,
Tentando manter estável um sentimento inigualável,
Já não sou impermeável, ao que eu dou eu quero retorno,
Este amor é mesmo assim, é o corpo todo no forno,
Às vezes queima, a gente volta e teima,
Bonito ver relações saber que ninguém reina,
Saber estar, saber ser, no fundo saber fazer,
Viver em formação é estar sempre a aprender,
Sem resumos infiltrados, a situação selecciona,
Sem grandes mestres, é mais o tempo que lecciona,
Ainda não sei nada sou um ignorante na matéria,
Mas este assunto interessa-me, encaro-o de forma séria,
Sem grandes medos nem parceiros,
Não me faz falta muita gente,
Às vezes o ser sincero, confunde-se com o ser diferente,
Curioso que em cada linha que eu escrevo, é uma imagem,
Como cada janela, que eu abro entra sempre uma aragem,
Que me refresca dos pés até à testa,
É o sabor do risco que tanta gente detesta,
Mas me faz viver em festa, viver em consonância,
Dar valor aos que merecem, e a esses dar importância,
Sem santos nem fantasmas, o real tem todo osso,
O que faz mover o mundo é o que está acima do pescoço,
Fica o poema, agora inventa influência, ou referência,
Que me dá cor a esta vivência…

Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão