Um poema da minha autoria:
Amor,
O que é isso do amor?
Coração palpita, chora e sangra...
Tantas formas de amar...
Umas simples, outras complexas
Verbo estranho esse de amar...
Amar é mergulhar.
Sentimento tão profundo
Quanto a razão conhece ou desconhece.
Amar é abraçar,
É beijar os lábios da pessoa amada...
Afinal,
O que é isso do amor?
Senão um misto de alegrias e dor...
Embaixadores
sexta-feira, 17 de abril de 2009
quinta-feira, 16 de abril de 2009
Vivo Puro
Eis a razão do nome do meu blog:
A água inunda nesta rua,
Deixa que ela escoa,
Lembra quem dá tudo, e todo o tempo, e sua,
Sem dívidas com o passado,
É ao futuro que eu me dedico,
Da harmonia do presente sem egoísmo e conflito,
Não foi há muito tempo mas já me lembro com saudade,
O que dá e tira o tempo na sua cruel pontualidade,
Recordo emocionado de todos aqueles que a mim me deram,
Espero deles todos o que eles de mim esperam,
E de mim exigem que interiorize o meu papel,
Dani para muitos, DNA ou Daniel,
Mantém-se o mesmo mas com mais choros e mais sorrisos,
Com planificações feitas que emergem de improvisos,
O plano é pequeno, falta pormenor e nitidez,
Filtrar aquilo que vês faz-te crescer com lúcidez,
E do resumo que aqui fica, de um futuro que desequilibra,
A fraca aparência esconde às vezes muita fibra,
A rua tem segredos só quem sentiu escreve um sonho,
Sem ter lugar onde o guardar, é no peito que eu o ponho,
E visualizo sempre necessito de algum apoio,
O cheiro de um travesseiro que é pisado em chão saloio,
Sei que custa não ter volta mas perdi a beleza no retorno,
Mas claro a parceria, é a amizade sem suborno,
Sinto que cresci direito e à minha mãe eu devo tudo,
Mesmo vendo bem diferente entendeu sempre o meu mundo,
Sem experiência, torrei-lhe muita a paciência,
Não me negou a convivência,
Que me deu cor e transparência,
Forte aparência, ambição e insistência,
Se conheceres alguém assim, é pura coincidência.
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.
Um dia cinzento só oiço o silêncio,
Lá fora cai a chuva desagradável como um incenso,
Sinto-me tenso transparente como o vento,
Aguaceiros ligeiros nos meus olhos provocam mau tempo,
Quando choro sai de dentro, e o choro vem para fora,
As lágrimas do meu rosto são dedicadas a quem me adora,
Às vezes eu pergunto-me se é o vento que me desloca,
Se a força que eu disponho é a mesma que me sufoca,
Perfeccionista, porque é o defeito que me provoca,
Sempre exigente com quem anda à minha volta,
Desculpas não as dou, mas não quer dizer que não as tenha,
Habituado a ser feliz a tristeza em mim é estranha,
Tenho o meu mundo, do qual não abdico nem desisto,
Nem força de vontade mas no talento é que eu insisto,
É isto que me faz mover, no fundo me faz crescer,
Tento lutar pelo que quero, para no fim eu ter prazer,
Remédio santo, todo o mal eu sei que espanto,
Alegria quando canto, sem show-off mas num recanto,
Ideias que eu planto, sentado em qualquer banco,
Dificuldades aparecem sempre que o véu levanto,
Vou tropeçando e quando caio é que eu aprendo,
A maior lição da vida é enfrentá-la sem ter medo,
Essencial como o amor, é a calma e paciência,
A minha vida é um livro em que o final tem reticências,
Um caderno de experiências, em que as folhas contam histórias,
As palavras que se formam, decifradas são memórias,
Imagens eternas com selecções aleatórias,
E não há preço no mundo que pague o sabor das minhas vitórias…
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.
Quando a voz é estranha,
Soe então o que venha,
Na vida quem dá manha,
É oportuno sem ter senha de aceso,
A todo este processo,
Espero que na árvore esteja embrulhado aquilo que eu peço,
Digo ao mundo aquilo que eu quero,
Deixo ao mundo aquilo que eu sou,
O rumo que ele me traçou, nem sei bem se é para onde eu vou,
Neste poema que assina o urbano como o tema,
Cumpri com a minha pena, “Impávida e terrena” ?
Que inverte o esquema,
Puxa o trenó que leva a rena,
Simplicidade o lema, com piedade mas sem ter pena,
Sou livre mas com uma acção condicionada,
Com uma sirene da cabeça, de uma paixão distanciada,
Já me habituo, como o trabalho pelo qual suo,
O risco é contínuo como tal eu não recuo,
Abri-me todo, eu regresso ao vulnerável,
Tentando manter estável um sentimento inigualável,
Já não sou impermeável, ao que eu dou eu quero retorno,
Este amor é mesmo assim, é o corpo todo no forno,
Às vezes queima, a gente volta e teima,
Bonito ver relações saber que ninguém reina,
Saber estar, saber ser, no fundo saber fazer,
Viver em formação é estar sempre a aprender,
Sem resumos infiltrados, a situação selecciona,
Sem grandes mestres, é mais o tempo que lecciona,
Ainda não sei nada sou um ignorante na matéria,
Mas este assunto interessa-me, encaro-o de forma séria,
Sem grandes medos nem parceiros,
Não me faz falta muita gente,
Às vezes o ser sincero, confunde-se com o ser diferente,
Curioso que em cada linha que eu escrevo, é uma imagem,
Como cada janela, que eu abro entra sempre uma aragem,
Que me refresca dos pés até à testa,
É o sabor do risco que tanta gente detesta,
Mas me faz viver em festa, viver em consonância,
Dar valor aos que merecem, e a esses dar importância,
Sem santos nem fantasmas, o real tem todo osso,
O que faz mover o mundo é o que está acima do pescoço,
Fica o poema, agora inventa influência, ou referência,
Que me dá cor a esta vivência…
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão
A água inunda nesta rua,
Deixa que ela escoa,
Lembra quem dá tudo, e todo o tempo, e sua,
Sem dívidas com o passado,
É ao futuro que eu me dedico,
Da harmonia do presente sem egoísmo e conflito,
Não foi há muito tempo mas já me lembro com saudade,
O que dá e tira o tempo na sua cruel pontualidade,
Recordo emocionado de todos aqueles que a mim me deram,
Espero deles todos o que eles de mim esperam,
E de mim exigem que interiorize o meu papel,
Dani para muitos, DNA ou Daniel,
Mantém-se o mesmo mas com mais choros e mais sorrisos,
Com planificações feitas que emergem de improvisos,
O plano é pequeno, falta pormenor e nitidez,
Filtrar aquilo que vês faz-te crescer com lúcidez,
E do resumo que aqui fica, de um futuro que desequilibra,
A fraca aparência esconde às vezes muita fibra,
A rua tem segredos só quem sentiu escreve um sonho,
Sem ter lugar onde o guardar, é no peito que eu o ponho,
E visualizo sempre necessito de algum apoio,
O cheiro de um travesseiro que é pisado em chão saloio,
Sei que custa não ter volta mas perdi a beleza no retorno,
Mas claro a parceria, é a amizade sem suborno,
Sinto que cresci direito e à minha mãe eu devo tudo,
Mesmo vendo bem diferente entendeu sempre o meu mundo,
Sem experiência, torrei-lhe muita a paciência,
Não me negou a convivência,
Que me deu cor e transparência,
Forte aparência, ambição e insistência,
Se conheceres alguém assim, é pura coincidência.
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.
Um dia cinzento só oiço o silêncio,
Lá fora cai a chuva desagradável como um incenso,
Sinto-me tenso transparente como o vento,
Aguaceiros ligeiros nos meus olhos provocam mau tempo,
Quando choro sai de dentro, e o choro vem para fora,
As lágrimas do meu rosto são dedicadas a quem me adora,
Às vezes eu pergunto-me se é o vento que me desloca,
Se a força que eu disponho é a mesma que me sufoca,
Perfeccionista, porque é o defeito que me provoca,
Sempre exigente com quem anda à minha volta,
Desculpas não as dou, mas não quer dizer que não as tenha,
Habituado a ser feliz a tristeza em mim é estranha,
Tenho o meu mundo, do qual não abdico nem desisto,
Nem força de vontade mas no talento é que eu insisto,
É isto que me faz mover, no fundo me faz crescer,
Tento lutar pelo que quero, para no fim eu ter prazer,
Remédio santo, todo o mal eu sei que espanto,
Alegria quando canto, sem show-off mas num recanto,
Ideias que eu planto, sentado em qualquer banco,
Dificuldades aparecem sempre que o véu levanto,
Vou tropeçando e quando caio é que eu aprendo,
A maior lição da vida é enfrentá-la sem ter medo,
Essencial como o amor, é a calma e paciência,
A minha vida é um livro em que o final tem reticências,
Um caderno de experiências, em que as folhas contam histórias,
As palavras que se formam, decifradas são memórias,
Imagens eternas com selecções aleatórias,
E não há preço no mundo que pague o sabor das minhas vitórias…
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão.
Quando a voz é estranha,
Soe então o que venha,
Na vida quem dá manha,
É oportuno sem ter senha de aceso,
A todo este processo,
Espero que na árvore esteja embrulhado aquilo que eu peço,
Digo ao mundo aquilo que eu quero,
Deixo ao mundo aquilo que eu sou,
O rumo que ele me traçou, nem sei bem se é para onde eu vou,
Neste poema que assina o urbano como o tema,
Cumpri com a minha pena, “Impávida e terrena” ?
Que inverte o esquema,
Puxa o trenó que leva a rena,
Simplicidade o lema, com piedade mas sem ter pena,
Sou livre mas com uma acção condicionada,
Com uma sirene da cabeça, de uma paixão distanciada,
Já me habituo, como o trabalho pelo qual suo,
O risco é contínuo como tal eu não recuo,
Abri-me todo, eu regresso ao vulnerável,
Tentando manter estável um sentimento inigualável,
Já não sou impermeável, ao que eu dou eu quero retorno,
Este amor é mesmo assim, é o corpo todo no forno,
Às vezes queima, a gente volta e teima,
Bonito ver relações saber que ninguém reina,
Saber estar, saber ser, no fundo saber fazer,
Viver em formação é estar sempre a aprender,
Sem resumos infiltrados, a situação selecciona,
Sem grandes mestres, é mais o tempo que lecciona,
Ainda não sei nada sou um ignorante na matéria,
Mas este assunto interessa-me, encaro-o de forma séria,
Sem grandes medos nem parceiros,
Não me faz falta muita gente,
Às vezes o ser sincero, confunde-se com o ser diferente,
Curioso que em cada linha que eu escrevo, é uma imagem,
Como cada janela, que eu abro entra sempre uma aragem,
Que me refresca dos pés até à testa,
É o sabor do risco que tanta gente detesta,
Mas me faz viver em festa, viver em consonância,
Dar valor aos que merecem, e a esses dar importância,
Sem santos nem fantasmas, o real tem todo osso,
O que faz mover o mundo é o que está acima do pescoço,
Fica o poema, agora inventa influência, ou referência,
Que me dá cor a esta vivência…
Sempre que fores tu, sê forte e encara,
Sempre que for duro suporta a barra,
Eu sei que é duro o golpe mas sara,
Procura um justo que possa dar a mão
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