Embaixadores

sábado, 21 de maio de 2011

Idade da Estupidez



Chega de calma
Critiquem tudo
Ou estamos de passagem e quem vier que resolva o mundo?

Vamos unir
As próximas gerações
Ou ver passar o tempo sem pensar em ter soluções?

Nada nos prende mais
Somos a solução óbvia
Qualquer dia a coisa tem de mudar
Segue-se a extinção

Começa de novo
Poupa palavras
Temos as ideias
Só nos falta ter a coragem

Vamos fazer
A nossa revolução
Ou deixar que façam do futuro uma ilusão?

Mas já vai a meio do processo
E este é o momento

No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo

Mas não muda nada
Mantemos tudo
Façam mais cimeiras para dar um tiro no escuro

Há que manter
Dinheiro a correr
E jogos de interesses preservados pelo poder

Parem de vez
Menos porquês
Estamos a viver na idade da estupidez?
Vamos fazer a revolução
E dizer não, dizer não....

No fim do mundo
Que fique um sentimento
Só não fizemos algo mais
Porque não tivemos tempo

No fim de tudo
Vai sobrar silêncio
Só não fizemos algo mais
Por sermos mais do mesmo

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Forma estranha de amar...

E de repente, percebi onde estava…com quem estava…e o quanto essa pessoa significava para mim… Nada mais interessava. Estava num universo completamente à parte, isolada do resto do mundo… Só eu e ele, no meio de uma multidão que teimava em colocar-nos em pólos diferentes. Já nada mais fazia sentido… Ou, pelo menos, era o que ambos queriamos que acontecesse. Eu, só queria sentir o beijo dele, o cabelo dele a esvoaçar com o vento e fazer-me cócegas na cara, sentir o toque dele… e a forma como os nossos corpos se uniam num só, quando nos abraçávamos… Aquela maneira estranha, que tínhamos, de nos amar um ao outro...

Luta. Sofre. Cai. Magoa. Sangra.

Luta. Sofre. Cai. Magoa. Até começar a sangrar...
O mesmo sangue que corre pelo chão é aquele que te corre nas veias.
Não consegues parar de sangrar. Não vais parar de sangrar. Não queres parar de sangrar. Porque é esse sangue que te faz mover, seguir em frente, sem olhar para trás. Não olhes para trás. Continua a percorrer esse caminho... Percorre esse tempo, esse tempo que te foi contado. E, que, no entanto, nunca vais conseguir controlar.
Volta a lutar. Volta a sofrer. Volta a cair. Coração partiu? Cola-o e volta a colocá-lo no lugar dele. Repete o procedimento as vezes necessárias. Quem luta, mais cedo ou mais tarde vence. E quando vences, todas as cicatrizes do teu coração parecem desaparecer...
Eu luto, eu sofro, eu caio, eu magoo e saio magoada, eu sangro. Sou humana. Sou forte. Sou frágil. Mas não desisto. Continuo a escrever cada página... E a tinta com que escrevo...bom, essa, não dá para apagar...

Só luto com um propósito. De que um dia vou vencer...

terça-feira, 17 de maio de 2011

O povo é que paga...

http://www.youtube.com/watch?v=pHTpTPVgAyM&feature=related


ADVERTÊNCIA: ESTA MÚSICA DEVE SER CANTADA DE ACORDO COM O RITMO DA MÚSICA ACIMA REFERENCIADA NO LINK. OBRIGADA.



Quando o governo…
Quando o governo não tem juízo
Quando gasta mais do que é preciso
O povo é que paga
O povo é que paga
Deixa-o pagar deixa-o pagar
Se ele não faz nada pra mudar
Quando o povo não se liberta
Das desgovernações opressões toda essa força
Que te aperta, o cinto é que sofre
As desgovernações opressões (lap tap tere…)
Quando o Sócrates está convencido
De que ele é um bom partido
O povo é que sofre
O povo é que sofre
Deixa-o sofrer, deixa-o sofrer
Se ele se deixa abater
Quando o país está nesta confusão
Já sem saber como hás-de lutar, e já sem armas na mão
O povo é que fica
Fica a contar e a subtrair (lap tap tere…)
Quando o país rola pro abismo
Tu não controlas esse pessimismo
A carteira é que paga
A carteira é que paga
Não páras de apodrecer
Enquanto continuar a haver
Quando o governo não tem juízo
E quando gasta mais do que é preciso
O povo é que paga
O povo é que paga
Deixa-o pagar, deixa-o pagar
Se ele não faz nada pra mudar
Deixa-o sofrer, deixa-o sofrer
Se ele se deixa abater
Deixa-o roubar, deixa-o roubar
Se o povo vai lá votar
Deixa-o esbanjar, deixa-o esbanjar
Se o povo não manda recuar
Deixa-o falar, deixa-o falar
Se tu vais-te vingar

FMI - Fodemos Muitos Ignorantes??

Como é do conhecimento geral, recentemente, o presidente do FMI (Fundo Monetário Internacional) foi acusado de agredir sexualmente, uma camareira do Hotel Sofitel, onde esteve instalado.
Parece que esta é uma "modalidade" bastante apreciada pelo senhor. Visto que, actualmente, este mesmo indivíduo anda a foder 10 milhões ao mesmo tempo. Um recorde nunca antes visto!!

P.S: Peço desculpa se a linguagem acima escrita choca a sensibilidade de algumas pessoas.

domingo, 15 de maio de 2011

Os Porquês

Porque sim. Porque não.
Porque quero. Porque não quero.
Porque me apetece. Porque, às vezes, não me apetece.
Porque me fazes bem. Porque me fazes mal.
Porque gosto de ti. Porque, às vezes, não me apetece gostar de ti.
Porque tenho saudades. Porque, às vezes, estou demasiado ocupada para ter saudades.
Porque preciso de ti. Porque tu precisas de mim.
Porque preciso do teu abraço. Porque tu precisas do meu.
Porque preciso de agarrar a tua mão. Porque tu precisas de agarrar a minha.
Porque preciso de agarrar no teu cabelo. Porque tu precisas de agarrar o meu.
Porque és um vício. Porque és uma virtude.
Porque não consigo controlar o que sinto. Porque, por tua causa, tenho de me controlar.
Porque preciso de sentir o teu beijo. Porque não preciso de o sentir.
Porque preciso de te sentir por inteiro. Porque preciso de te sentir aos bocadinhos.
Porque te quero só para mim. Porque te quero deixar livre.
Porque não tem de existir uma razão lógica para tudo.
Porque, talvez, o mundo tenha escondido nele, as respostas para tudo o que procuro.

sábado, 14 de maio de 2011

Cicatriz

Sabes que queria fazer agora?

Morder-te
rasgar-te a pele com as unhas,
deixar um sinal indelével em ti,
marcar território.
Para que quando outra te despisse, te amasse
te perguntasse: que é isto?
Tu te calasses.
E eu, cicatriz em ti respondesse
Foi meu, estive cá antes!


:)

Ultrapasso todos os limites

Quebro todas as barreiras.

Sou mulher bomba, kamikaze, suicida,

Edifício em implosão.

Sou o medo primário e primeiro.
O medo das noites insones de pesadelo
com mãos fantasmas 
que emergem do escuro. 
E sou revolta e abandono.
E sou sobrevivência e luta
E impotência e solidão.
E esta raiva que me faz pegar na caneta
e fazer dela a espada
com que combato o que sou.
E sou também a tempestade
que sentes quando ruge no teu corpo
E que perde a força
e se torna calma
Quando a tua pele se torna a minha
o meu corpo se torna o teu
e me ensinas a paz que não tens
mas que inventas para mim...


Poema retirado de: http://www.rubrosentir.blogspot.com/
(ATENÇÃO: O blog referenciado já não existe)

sexta-feira, 13 de maio de 2011

Game Over

Não gosto de abdicar de nada nem de ninguém... Mas existem momentos da nossa vida em que percebemos que o propósito pelo qual lutamos, deve ser abandonado... Desde que nos conhecemos que tento lutar por ti...quando te tive a meu lado, continuei a lutar por ti...por momentos, a minha ingenuidade, fez-me acreditar que te tinha...depressa percebi que era mera ilusão. Perdi-te. Mas o amor que sentia, obrigou-me a continuar esta dolorosa batalha. Mas chegou a hora de desistir. Não posso, não quero, nem tenho mais forças para lutar pelo teu amor. Não posso competir com a pessoa que amas... Uma luta injusta, não te parece? :S
Deixo-te no passado. Embora o sentimento continue bem presente...
Tenho a certeza que, um dia, vais encontrar alguém que ames, da mesma maneira como a amas a ela, e alguém que te ame, como eu te amei a ti...
Não guardo ressentimentos nem culpa de nada. A maior culpa que poderia carregar, era a culpa de não te deixar ser feliz...

Vou estar, sempre, do teu lado para o que precisares <3 <3 <3